A Menina do Vale

Dica de Leitura

A Menina do Vale mudará muitas vidas para melhor. É um livro transformador que abrirá muitas portas para os leitores. Ao terminar essa leitura, você terá muito mais controle sobre a sua vida.

Sobre o Livro

Iniciativa? Trabalho em equipe? Networking? Determinação? Quais são as coisas que podem fazer toda a diferença para quem sonha em empreender?

Em A Menina do Vale, Bel Pesce conta o que tem aprendido em sua jornada empreendedora e cita diversos cases de sucesso que mostram como o perfil empreendedor pode mudar uma vida.

Se prepare para mergulhar em histórias cativantes, que mostram que tudo é possível se você se dedicar de cabeça e coração.

Página Oficial

Gerenciador de Cupons – Compra Coletiva

Com o crescimento do mercado online, graças ao fenômeno das compras coletivas, novas necessidades começam a surgir para os amantes dos descontos oferecidos pelos sites de ofertas.

Consumidores necessitam controlar seus cupons, visto que cada cupom tem prazo definido para utilização e são adquiridos em diferentes sites, com inúmeros fornecedores. Diante deste cenário a start-up amazonense SOPIXEL desenvolveu uma solução para atender a demanda existente.

O PortaCupom é um aplicativo feito para a nova geração de celulares, os Smartphones. Com ele é possível realizar o controle de cupons, permitindo gerenciar cupons pendentes, usados e vencidos. Facilitando ainda mais o PortaCupom conta com o sistema de alerta que pode ser configurado para alertar o comprador dias antes do vencimento do Cupom.

Depoimento:
O PortaCupom é simples, prático e evita que eu perca meus Cupons.
- Domingos Coelho

Dados do Aplicativo:
Plataforma: Android Versão 1.6 ou superior
Versão: 2.2.2 atualizada em 13 de Novembro de 2011
Informações: http://portacupom.sopixel.com.br/
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Pesquisa da boo-box e da Hello Research revela perfil da Geração Y

A boo-box e a Hello Research realizaram uma pesquisa com o objetivo traçar um perfil da Geração Y no Brasil e de seu comportamento na internet. O levantamento foi feito exclusivamente pela internet e tem representatividade nacional.

A pesquisa abordou temas demográficos e comportamentais para traçar o perfil desses jovens e suas percepções e opiniões sobre temas como religião, relacionamento, redes sociais, consumo e relação com as marcas, dentro e fora da internet.

De acordo com o estudo, a maioria dos jovens de até 25 anos são solteiros (87%), sendo que, na faixa de 25 a 30 anos, o percentual de casados passa de 13% para 32%. Mais da metade dos entrevistados ainda mora com os pais (67%), número que é ainda mais expressivo na classe A, na qual 84% dos entrevistados ainda vivem com a família, contra 47% na classe D. A maioria dos entrevistados trabalha (58%) e valoriza mais a realização proporcionada pelo trabalho (23%) do que a remuneração (19%).

Em relação ao uso da internet, a pesquisa apontou que a Geração Y brasileira passa uma média de 31 horas por semana conectada. O acesso é feito em casa por 74% das classes A, B e C. Já as lan houses aparecem como principal local de acesso à internet para 3% dos jovens das classes D e E.

A rede social é mais acessada (74%) é o Facebook, que lidera em todas as regiões, sexos e faixas etárias. Na classe A, o Twitter também se destaca, sendo utilizado por 76% dos jovens com mais alto poder aquisitivo. A internet também é a fonte de informação mais utilizada por esse público, e 53% dos entrevistados afirmaram que se informam através de blogs e sites de notícias.

Sobre a relação com as marcas, 48% dos jovens afirmaram preferir conversar com amigos e familiares para decidir uma compra. Na internet, 65% dos usuários consideram importante interagir com suas marcas favoritas e 16% usam as mídias sociais para acompanhar, curtir ou reclamar.

A pesquisa foi realizada entre outubro e novembro de 2011 com mais de três mil jovens entre 18 e 30 anos.

Abaixo, os resultados da pesquisa:

DOSSYE – Um mapa da Geração Y.

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Com informações de boo-box

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Inovar, pra quê?

“Tema a mudança e abra mão das melhorias.”
Tira auto-explicativa:

Dia da Mulher – Fiu Fiu

Homenagem ao Dia da Mulher – 8 de março.
Música Fiu Fiu – Vanessa da Mata.

Fui ver
Achei que engordei alguns quilinhos
Tentei a calça jeans que eu gostava
Da época da minha adolescência,
ascendência, sei lá
Saí
Pensei: sou carta fora do baralho
Ou essa calça jeans é de infância
Ou eu engravidei nos meus quadris
Ave, chavê, vixe

Eu passei por uma construção
Várias sacolas na mão
Um peso e um passo, um passo,
um passo, um passo
Ih, ouvi um assovio, que distraiu o peso
Me mudou de lugar, aha
Cantada barata
Reta sem palavra
Passarinho bom
Engenhosa técnica, poeminha em música
Ele me ganhou

Livre
Mas não tão leve como no passado
Não posso, mas adoro porcaria
Adoraria ser que nem palito,
mastro, cetro, poste
Homens
Nós não nos entendemos como antes
Eles adoram mulheres air bag
E nós emagrecemos para as amigas, inimigas todas.

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Pensamento

“Na incerteza dos outros, sua oportunidade de decisão.”
Daniel Goettenauer

Sempre consultei e li pensamentos, hoje acredito que pude elaborar um com certo significado e o melhor, autoral. Fiz pesquisa no Google e não encontrei nada parecido.

Abraço,

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Para reuniões eficientes, a moda é todo mundo em pé

A Atomic Object, empresa de desenvolvimento de software do estado de Michigan, nos Estados Unidos, realiza reuniões logo no começo do dia. Os funcionários seguem regras rígidas: a presença é obrigatória, bate-papos sobre assuntos não relacionados ao trabalho devem ser evitados e, acima de tudo, todos devem ficar de pé.

As chamadas ‘stand-up meetings‘, nas quais, como o nome já diz, ninguém fica sentado, são parte da cultura do mundo da tecnologia — em constante mutação —, e no qual se sentar passou a ser sinônimo de preguiça.

O objetivo deste tipo de reunião é pôr um ponto final às discussões longas e tediosas, nas quais os participantes falam pausada e pomposamente, jogam “Angry Birds” em seus celulares ou até “se desconectam”, perdendo o foco.

A Atomic Object faz cara feia até para mesas durante as reuniões.

— Elas são ótimas para as pessoas lerem ou apoiarem seus laptops — diz o vice-presidente da empresa, Michael Marsiglia.

Ao final das reuniões, que raramente duram mais do que cinco minutos, os funcionários normalmente fazem um rápido alongamento e, aí sim, dão continuidade às tarefas do dia, acrescenta Marsiglia.

A tendência atual de fazer stand-up meetings ganhou força com o uso crescente do Agile, um programa mais ágil de desenvolvimento de ações, divulgado por 17 profissionais do setor de TI, em 2001. O método defende que projetos sejam desenvolvidos em pequenos blocos. Também envolve reuniões em pé diárias, nas quais os participantes devem fazer um briefing sobre três pontos: o que eles fizeram desde a reunião do dia anterior, o que estão fazendo hoje e os obstáculos que estão encontrando para concluir o trabalho.

E, à medida que o Agile passou a ser adotado mais amplamente, as reuniões em pé também se tornaram mais comuns. A VersionOne, que produz o software de desenvolvimento do Agile, entrevistou 6.042 trabalhadores da indústria de tecnologia no mundo inteiro, em 2011, e constatou que 78% realizam reuniões em pé. Até projetistas especializados em escritórios estão criando espaços de trabalho levando em conta esta modalidade de reunião. A fabricante de móveis Steelcase, por exemplo, recentemente lançou a “Big Table”, uma mesa grande e alta projetada para rápidas reuniões, é lógico, em pé.

Realizar reuniões em pé, no entanto, não é novidade, mostra artigo publicado no site do Wall Street Journal. Alguns líderes militares tinham esta mania durante a Primeira Guerra Mundial, de acordo com Allen Bluedorn, professor da Universidade do Missouri (EUA). Diversas empresas adotaram a prática de reuniões em pé ao longo dos anos. Bluedorn realizou um estudo, em 1998, que mostrou que reuniões em pé duravam, em média, um terço das reuniões “comuns’’, aquelas em que todos se sentam, e a qualidade do processo de decisão era mais ou menos a mesma.

Se funcionários se atrasam para o encontro, são obrigados a cumprir tarefas nada agradáveis, como cantar uma música infantil, dar uma volta ao redor do prédio da empresa ou pagar uma pequena multa, diz Mike Cohn, presidente da Mountain Goat Software, também consultor e treinador do método “Agile”.

E nada de ficar divagando sobre um determinado assunto por muito tempo: esta é a deixa para que um colega dê o sinal de que é hora de seguir em frente. As empresas só fazem exceções à regra (sentar, por exemplo) para quem está doente, machucado ou grávida — mas não para quem está fora do escritório se comunicando via Skype.

Para agilizar a conversa, porém, vale tudo. Segundo Mitch Lacey, consultor de tecnologia e ex-funcionário da Microsoft, alguns de seus antigos colegas costumavam realizar, em dias mais frios, as stand-up meetings em locais sem calefação, para que terminasse logo, e os participantes pudessem voltar para o aconchego de suas salas. Realizar reuniões antes do almoço é outra forma de acelerar o processo.

Mark Tonkelowitz, gerente de engenharia da News Feed, divisão de notícias da Facebook, faz reuniões em pé de cerca de 15 minutos ao meio-dia, pontualmente.

— A proximidade com o almoço serve de motivação para que os relatos sejam curtos — diz ele.

Mas será que o método funciona? Para o coach Silvio Celestino, autor do blog “Conversa de elevador”, toda ideia que aprimore a comunicação entre as pessoas, para que elas sejam capazes de sintetizar suas ideias ao falar, é válida. Ele ressalta, porém, que esse tipo de iniciativa não pode ser posta em prática a qualquer custo:

— Não pode ser uma ação desesperada para que as pessoas se cansem de ficar em pé e, com isso, apressem o fim da reunião. Se um assunto é urgente, e não há necessidade de análises aprofundadas, então uma reunião rápida, em pé, pode resolver. Mas se o assunto for urgente, e necessitar de profundidade ou abrangência de análise, uma reunião em pé para apressá-lo, pode ser, na verdade, um tiro no pé.

Segundo Celestino, o problema real, que se tenta resolver de forma tosca, é que muitos profissionais se comunicam de modo deficiente e não possuem capacidade de sintetizar uma ideia, um problema ou solução:

— Em geral, uma pessoa muito técnica vai querer apresentar detalhes que são irrelevantes para a tomada de decisão. Portanto, o mais importante não é se uma reunião é feita com pessoas em pé ou sentadas. O que importa é se seus participantes são capazes de se expressar de forma sintética, sempre que possível, detalhada, quando fundamental, e que possam se calar quando não têm nada a acrescentar aos demais.

Atrasos costumam ser imperdoáveis, além de custarem caro

O coach ressalta que a principal vantagem nesse método é que é transmitida uma mensagem clara de que a pessoa deve ser breve na sua comunicação. Portanto, é um incentivo para que todos aprendam a resumir ideias que considerem relevantes. Outra vantagem é que permite a participação maior das pessoas.

— Em reuniões onde há o acompanhamento de projetos complexos, a participação de todos os envolvidos permite que uma decisão seja comunicada imediatamente. Além disso, quando alguém tem algum problema que envolve mais de uma área, consegue comunicar-se simultaneamente com todos os envolvidos — diz Celestino.

E no Brasil, será que a moda pega? Na opinião de Silvio Celestino, em empresas jovens, como algumas de TI, pode ser que a ideia seja vista como uma solução apropriada em determinadas situações, como follow up de projetos e verificação de rotinas operacionais:

— Particularmente tenho visto empresas que preferem adotar uma ampla área para reuniões rápidas, com mesas, cadeiras e sofás dispostos como em cafeterias. Considero essa solução mais respeitosa com as pessoas do que deixá-las de pé em uma reunião. Em empresas mais tradicionais, ou em reuniões que envolvam decisões estratégicas, é pouco recomendado que se faça o uso dessa modalidade.

De acordo com o artigo do Wall Street Journal, os participantes não aprovam atrasos, e alguns engenheiros obcecados por dados até já computaram os custos que causam. Ian Witucki, gerente de programação da Adobe Systems, especializada em softwares, calculou o custo acumulado dos atrasos diários das ‘stand-up meetings’ ao longo de um ciclo normal de lançamento de um produto, de cerca de 18 meses. O total — cerca de seis semanas de trabalho extra para dois funcionários — se igualou à quantidade de tempo gasto pela empresa para criar as características principais de cada produto. Logo depois, a equipe impôs uma multa de US$ 1 para os retardatários.

— Agora, os empregados correm pelo corredor para chegar a tempo — diz Witucki.

(Fonte: O Globo – 24/02/2012)

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Projeto Mapas Coletivos contribui para a cidadania em São Paulo

São Paulo, 8 de fevereiro de 2012 - O Instituto Claro, a Associação O Eco e a Rede Nossa São Paulo lançam hoje uma nova ferramenta para medir a qualidade de vida na maior cidade do Brasil.

O projeto Mapas Coletivos – www.mapascoletivos.com.br – vai ser um mutirão para coletar dados, mapear a cidade e gerar novos indicadores. A iniciativa foi idealizada por Gustavo Faleiros e Juliana Mori, em parceria com o site ((o))eco, e conta com o apoio da Rede Nossa São Paulo. O projeto foi um dos quatro ganhadores da segunda edição do Prêmio Instituto Claro, escolhido entre mais de 1380 inscritos por sua proposta de inovação no meio urbano.

O site junta cartografia digital, compartilhamento de dados e jornalismo-cidadão. Qualquer pessoa pode criar seus próprios mapas e convidar o público a colaborar. A plataforma pode ser usada na internet. Em breve, será lançado também o aplicativo para celulares.

O projeto pretende ser um espaço para reportar os temas importantes para a sustentabilidade urbana. Áreas Verdes, Mobilidade, Qualidade do Ar, Água, Acessibilidade, Cultura, Educação, Alimentação, Limpeza e Saúde são os temas dos mapas. A proposta também estimula relatos pessoais. Na seção Minha SP, é possível ler histórias da relação afetiva dos paulistanos com sua cidade.

Mapas Coletivos desenvolveu um novo instrumento de mapeamento em São Paulo, utilizando a plataforma de software aberto Ushahidi. “O principal conceito é promover a geração de indicadores colaborativos como forma de engajamento dos cidadãos na arena pública”, explica o jornalista Gustavo Faleiros. “Queremos proporcionar acesso livre e de qualidade a dados cruciais para os cidadãos”, diz.

Sobre o Instituto Claro

Criado em março de 2009, o Instituto Claro tem como missão estimular a discussão e o desenvolvimento de iniciativas educacionais inovadoras por meio das novas tecnologias de informação e comunicação (TICs). A organização acredita que as tecnologias transformam realidades sociais e contribuem para a melhoria da qualidade do ensino. Em todos os seus projetos, o Instituto Claro trabalha a questão do empreendedorismo social, promovendo a transformação de ideias em oportunidades para a aprendizagem e para o desenvolvimento comunitário. Entre os principais projetos do Instituto Claro estão: o Claro Recicla, o Festival Nacional de Curtíssima Metragem – Claro Curtas, o Prêmio do Instituto Claro, Programa Voluntários em Ação e o Campus Mobile.

Mais informações:

portal: www.institutoclaro.org.br

twitter: @instituclaro

facebook: Instituto Claro

Frase: Steve Jobs

“Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem chegar ao Paraíso não querem morrer pra estar lá. Mas, apesar disso, a morte é um destino de todos nós. Ninguém nunca escapou. E deve ser assim, porque a morte é provavelmente a maior invenção da vida. É o agente de transformação da vida. Ela elimina os antigos e abre caminho para os novos.”

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Pra entender, mudanças e novos horizontes.

O que falar de 2011: “Ano diferente, mudanças e novos rumos”.

A vida é assim os dias passam e os desafios aparecem de onde você menos espera. O que lhe parece lógico passa a ser a mais absurda das idéias existente na mente humana.

“vai chover, vai secar, serão águas passadas”

Cheguei ao ponto de ter tantas mudanças ao meu redor que não consegui planejar as próximas 24 horas. E agora já consegue ir além de uma volta completa no relógio feita pelo ponteiro menor ? Posso dizer que mais de 24 horas sim porém, nada além de 1 semana.

E como definir uma vida sem horizonte ? Sei lá, pra frente é que se anda. #go

Conhecer gente nova, conversar, trocar idéias tem sido um bom exercício mental para saber que o mundo não é limitado a você, o planeta é gigante, sem fronteiras e com infinitas possibilidades.

Andando por ai reencontrei amigos, ex-namoradas, conhecidos e até pude reencontrar meus irmãos. Ah! Não posso deixar de citar que entre as mudanças a maior foi voltar a morar na casa da minha mãe, isso sim é diferente.

No meio da turbulência chamada 2011, pude contar com pessoas de coração bom e que sempre estiveram dispostas a ouvir-me e ajudar da melhor forma possível. Deixo aqui meus agradecimentos a todos.

O que fazer agora… ? atualizar os calendários e viver o novo.

“Ria de si mesmo e aprecie.
Crie a sua própria vida. Não deixe que os outros a determinem. O que quer que faça, faça pelas suas razões, porque se encaixa nos seus planos e lhe dá prazer. Afaste-se de pessoas e coisas que o levam para baixo.
Lembre-se: você é o motorista. Fique no acento do motorista porque assim você pode parar, voltar, acelerar ou voltar. Mantenha a sua independência de pensamentos. Curta a sua imaginação e sonhos. Perdoe-se. Reserve um tempo para as pessoas , especialmente para aquelas que você ama. Goste de Aprender e seja partidário da mudança. A vida é um presente surpreendente e maravilhoso. Admire o passeio.” Steve Robbins.

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